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Sou Fabiana tenho 16 anos e Sejam Bem-Vindas ao meu blog onde escrevo post que só nós garotas entendem principalmente de moda e adoro musica,moda e postar ainda não defini muito bem o meu estilo adoro novidades e fazer novas amizades
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dica de hoje

Gente já faz um tempinho que foi lançado é que eu vim comprar só agora e gente é a melhor biografia que eu já li serio não é por que eu adoro fiuk é por que é muito linda a historia dele com a familia o pai principalmente gente é muito incrivel é pra dizer que eu não estou mentido tá aki uns trechos.

‘O Diário de Fiuk’: leia trechos da biografia do ator e cantor


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A capa da biografia do ator e cantor: 'O Diário de Fiuk'

Um menino extremamente carente da presença do pai na infância, chorão e com nome de príncipe. Essas são algumas das peculiaridades que vão estar presentes no livro “Fiuk – Diário do Fiuk”, que a Creative Books lança no dia 30 de novembro.

O livro, biografia escrita em formato de diário pelo próprio ator e cantor, pretende ser um presente para as fãs ao revelar momentos de intimidade do ídolo, fotos inéditas e detalhes da infância do líder da Banda Hori. O EGOteve acesso a alguns trechos do diário de Fiuk e mostra para você em primeira mão.

Relação com Fábio Jr. na infância “Morria de saudades do meu pai, sentia falta. Ele fazia, sei lá, 150 shows por ano, a gente quase nunca se via. Essa vida longe de casa e da família deu no que deu, meus pais se separaram quando eu ainda era bem pequeno: o processo de separação começou quando eu tinha apenas um ano e meio e se estendeu até os meus dois anos e meio. Já garoto, eu via os meus amigos com o pai por perto, sempre presente, tipo paizão que se preocupa com tudo, e não entendia por que comigo era diferente. Nunca tive uma relação de pai e filho quando criança... Quando via pai e filho andando de bicicleta, brincando na piscina, eu ficava olhando aquilo e me sentia triste... Meu pai estava sempre trabalhando, não tinha troca nenhuma de carinho. Eu tinha um pai, mas não tinha, porque só o via uma vez por mês, a cada dois meses. Claro que isso acontecia por causa da carreira dele, agora eu entendo. E hoje tenho uma relação linda com ele. Hoje meu pai é de ouro.” 


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Fiuk com pai: apaixonado por Fábio Jr.

Bronquite emocional “Quando eu tinha uns sete, oito anos, comecei a ter crises muito fortes de bronquite asmática. Era pela falta que sentia do meu pai. Então, durante o pouco tempo em que ficávamos juntos, eu o incluía em todas as minhas atividades: chamava meu pai para me ver brincando, queria estar perto, andar ao lado dele, o tempo todo. Teve uma cena que me marcou. Um dia, tive uma crise de bronquite e já estava dentro da ambulância, pronto pra ir pro hospital, quando meu pai chegou. Saí correndo na direção dele, até esqueci que estava com soro no braço e tudo. Quando me dei conta, já estava bem. Foi quando eu disse: ‘Pai, você é meu remédio’.”

Fiuk, o dono do zoológico “Eu me lembro de ser daquele tipo de moleque que não para quieto. E
sempre fui muito mimado. Fui o que mais trabalho deu para a família, e ainda assim fui o mais mimado, engraçado isso. Ganhava presente demais. Nossa Senhora! Mas ganhava da minha mãe. Porque do meu pai, se não estudasse, não tinha conversa. Minha mãe era outra história, me dava tudo que eu quisesse. Numa época, eu devia ter uns oito ou nove anos, quis ter bichos de estimação. Aí tive de tudo: chinchila, coelho, peixe, cachorro, tartaruga, pássaros... Cheguei a ter quarenta pássaros em casa, em gaiolas enormes.” 


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Ele començando na carreia de cantor

Assim nasceu Fiuk “Quando era moleque, minha mãe tentou que eu fizesse esportes. Fui fazer natação, não curti. Futebol também não curti muito, nem judô, nem tênis e nem nada. Fui fazer hipismo, não deu certo. Mas minha irmã Krysia era muito boa no hipismo, ganhou vários prêmios. Eu ia sempre com ela à hípica. Lá conheci o Edson. Ele devia ter uns seis anos e ajudava o pai, que trabalhava de jardineiro na hípica. Foi ele que me deu o apelido de Fiuk, porque não sabia falar direito o meu nome. Depois descobri que ‘Fiuk’ soa parecido com a palavra ‘menino’ em húngaro. Olha que louco!” 

Fiuk na Favela “O Edson foi meu melhor amigo até os quinze anos. Melhor amigo mesmo! Ele morava numa favela. Então, eu pedia pra minha mãe me deixar na hípica e depois fugia com o Edson para a favela. A casa dele era no meio do mato. A gente ficava lá na maior inocência, brincando; pegava manga no pé, comia arroz e feijão numa panelinha toda amassada e não tinha malícia alguma. Quando você é criança não tem maldade, então eu não pensava:’Ai, que nojo!’ ou ‘Estou com medo!’. Pra mim era tudo tranquilo, a família do Edson era gente boa pra caramba. Foi nesse tempo que conheci o mundo sem perceber. Vi como é morar em uma favela e morar em uma mansão. É tudo terra do mesmo jeito, todo mundo é gente do mesmo jeito. Então, nunca liguei pra diferenças sociais.” 


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Fiuk com novo look

Ensinando a ser pai e a ser filho “Fui pra casa do meu pai com mala e tudo e disse: ‘Vim morar com você!’. Nem lembro se eu o avisei antes. Acho que não, cheguei de repente. E a partir daí começamos a ter uma relação mais profunda de pai e filho. Eu o ensinei a ser pai, uma coisa que ele não sabia. E aprendi com ele a ser filho, porque eu também não sabia direito o que é ser filho. Uma vez, acho que eu tinha uns treze anos, decidi fazer uma tatuagem. Avisei meu pai, e ele só falou o seguinte: ‘Você é quem sabe. Mas pense bem: você vai ter de passar o resto da vida com isso no seu corpo’. Ele deu um toque, disse que no dia seguinte eu podia mudar de ideia e me arrepender. E não é que deu certo? O papo me convenceu e desisti de fazer a tatuagem.” 
Nome de príncipe (trecho escrito pela mãe de Fiuk, Cris) 
“Voltei correndo pra casa e, quando cheguei, minhas duas filhas estavam na cama do quarto de casal, assistindo ‘A Bela Adormecida’. Interrompi o desenho e contei que elas iam ter um irmãozinho, e que agora era a vez delas de escolherem um nome para o bebê. As duas não tiveram dúvida: ‘Filipe, Filipe! Igual ao príncipe da Bela Adormecida!’. E não teve discussão. Quando Fábio chegou mais tarde, contei a ele, e sua reação foi: ‘Se elas escolheram, então vai ser Filipe!’ E as duas: ‘Igual ao príncipe, igual ao príncipe!’” 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Livro do dia

Gente  um livro que eu li e amei é O LIVRO NEGRO DO ESTILO é incrível demais mesmo eu quando li as primeiras dicas eu não consegui mais parar de ler é impressionante e eu super recomendo então pra provar que o livro é incrivel decidi mostra um resumo pra vcs ....
 Sabe aquela bolsa que é a última moda? Nunca a use. Você pode até comprar uma, mas é melhor deixar para exibi-la depois de algumas estações. Pelo menos, é o que aconselha a editora de moda Nina Garcia em “O livro negro do estilo” (Record), seu novo manual depois de “As 100+” (veja dicas do livro anterior aqui)

Para a jurada do Project Runway e coordenadora da Marie Claire americana, isso ajuda a definir um estilo. Outros pontos: ter muitos sapatos e conhecer um bom alfaiate. No livro, Nina mostra como filmes e a música podem inspirar seu jeito de vestir. Exemplo? Preste atenção no look calça capri preta com camisa de Uma Thurman em “Pulp Fiction”.

Assim como no anterior, o livro é pincelado por frases de impacto de estilistas, artistas, pensadores e até cientistas. “Quando se aceita que o universo é algo que se expande rumo a um infinito a partir do nada, usar listrado com xadrez fica fácil”, disse Albert Einstein. Os desenhos são de Ruben Toledo, ilustrador de moda de traço colorido.

Confira algumas dicas

Invista na estrutura

Algumas das peças que ela considera fundamentais: pretinho básico, camisa branca masculina, blusa de gola rulê ou cardigã de cashmere, trench coat, jeans, relógio masculino básico, brilhantes, sapatilhas, salto alto e uma bolsa poderosa.

Sobre os saltos

Os exageradamente altos devem ser evitados.  “Ninguém é capaz de vestir uma saia muito curta com um salto muito alto sem ficar vulgar”, sustenta.

livro negro do estilo ruben toledo nina garcia
A regra número um: "você é uma deusa, então comece a se tratar como tal" / Reprodução
Misturas que dão certo

Vintage com a peça da moda, patricinha com rebelde, couro com renda, masculino com feminino,H&M com Prada (ou outras combinações barato com caro), meiga com poderosa.

O que vestir (ou não) no primeiro encontro
Para a editora, é hora de “ser um pouco conservadora. Cardigã pega superbem, decote pega supermal”, enumera. Mas a dica mais importante é não mudar o estilo só para impressionar o rapaz.

Entrevista de trabalho
O look tem que ser de uma base tradicional e uma  bijuteria pessoal. “Algo que mostre que você está viva, e não é apenas um robô de terno”.

Lingerie
Merece igual atenção ao resto da roupa, com brincadeiras de cores e camadas. E tem que ser do tamanho certo. Parece óbvio? Pois para  Nina, a maioria das mulheres erra.

Minimalismo sem ficar chato, por Francisco Costa, da Calvin Klein
 A mulher “deve jogar com as proporções para dar ares novos à silhueta".

O segredo de usar estampas, por Margherita Missoni
“É necessário se sentir confortável, se não é possível, nem tente usar estampa”, diz. O mesmo vale para cores intensas.

Misturando o clássico com o urbano, por Christopher Bailey, da Burberry
 “Uma atitude relaxada, um bom alfaiate, sapatos ingleses artesanais e um sorriso.”

Sapatos, segundo Christian Louboutin

“Dependendo do tornozelo, evite tiras neste local. Se for um belo par de pernas, aí pode, mas é possível que as tiras acabem cortando a perna em vez de alongá-la.”